Páginas

terça-feira, 18 de maio de 2010

O detective desafia...Olho aberto

Detective,

para te inspirares, podes fazer uma coisa muito simples: observa atentamente as pessoas à tua volta. Já reparaste como são diferentes?

Faz assim: sempre que estiveres num local público, como no supermercado ou no parque da cidade, observa, discretamente, as pessoas ao teu redor. Como são fisicamente? Como serão psicologicamente? Será que têm tiques ou manias? Quais serão as suas comidas preferidas? Terão animais de estimação? Como serão quando se riem? Como serão quando se zangam?

Como bom detective que és, anota o que fores observando no teu bloco de notas. Estas pessoas poderão ser personagens de uma história inventada por ti, nunca se sabe!

Depois de teres realizado este desafio, diz-nos (nos comentários) o que observaste.
E agora, olho aberto!
Detective Anselmo Pocinhas

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Dicas para escrever



Nada melhor que termos algumas dicas de um escritor para nos orientarem nos nossos textos. Aqui ficam os conselhos da escritora Alice Vieira. Cliquem no nome da escritora para saberem mais sobre ela e sobre os livros que já escreveu. Eu já li alguns e são muito bonitos.

Missão: Dia da Mãe

Apesar de já ser um senhor de meia-idade, ainda me comovo com algumas coisas. Sou um pouco sentimental, é verdade! Por ser altura do Dia da Mãe, resolvi ajudar os meus detectives a escreverem um poema para oferecerem às suas mães. Descobri que a Detective Ema Pinto Pereira é uma verdadeira poetisa. Ora vejam o lindo poema que escreveu:

"Mãe, se fosses uma flor,
serias bem tratada e alimentada
e serias uma orquídea,
porque podias-me deitar cheirinho na minha casa
para ela ficar bem cheirosa.

Mãe, se fosses uma paisagem,
serias a praia,
para quando quisesses miminhos,
eu ia ao mar e nadava contigo
e até acampava na praia
para te dar festinhas na areia.

Mãe, se fosses um peixe
eu levava-te para a piscina
e nadava contigo.
A seguir, punha-te num aquário
e fazia-te festinhas para tu relaxares.

E comprava um castelo,
porque tu, para mim, és uma princesa."


A mãe desta minha detective deve ter gostado muito, com certeza!

Todos os outros poemas ficaram muito bonitos. Apenas por uma questão de espaço, não os poderei colocar aqui.

domingo, 16 de maio de 2010

Caso: O nariz desertor

Os meus Detectives de Palavras tiveram mais um desafio em mãos. E desta vez, foi por causa de um descuido meu. Ora, estava eu, numa bela tarde, no meu gabinete, que se encontra numa grande avenida da nossa zona, a analisar uns dados importantes para uma investigação, quando um incidente aconteceu. Entornei o café que tomava num desses papéis. Que despistado!

No dia seguinte, depois de o texto secar, fotocopiei-o e levei-o aos meus detectives para ver se eles me conseguiam ajudar a desvendar o que estaria escrito naquela mancha preta enorme. O texto intitulava-se "O nariz desertor".
"Certa manhã, um senhor que habitava mesmo em frente do embardouro onde se apanhavam os botes, levantou-se, foi à casa-de-banho para fazer a barca e, ao olhar-se no espelho, gritou:
- Socorro! O meu nariz!

Nariz, ao meio da cara, já não havia ali: ali, estava tudo lisinho. O dito senhor, em roupão como estava, correu à varanda, mesmo a tempo de ver o nariz chegar à praça e encaminhar-se a passos largos..."

...para um barco. Depois, encontrou um pé que tinha barca e disse-lhe:
- Ó Pé, vem cá!
O pé olhou para o nariz e perguntou-lhe:
- Quem és tu?
- Sou o Nariz, respondeu o nariz.
- Para onde vais?
- Vou para bem longe do meu dono.
- Quem é o teu dono?
- é um senhor que perdeu o nariz e esse nariz sou eu!
Eles continuaram a conversar até que o nariz sentiu falta do seu dono e disse:
- Acho que vou para casa...
- Como? É só água por todo o lado!
- Já sei! Vou montar um barco!
- Eu ajudo!
E assim foi. O nariz despediu-se do seu amigo e voltou para o seu dono. O dono ficou feliz de ter o seu nariz de volta.

"- Mas porque é que fugiste? O que é que eu te fiz?
O nariz olhou-o de esguelha, franzindo-se todo de desgosto, e disse:
- Ouve, não metas mais o dedo na nariz. Ou, pelo menos, corta as unhas."


Esta foi a hipótese da Detective Mariana Torreira.

Têm mais ideias, Detectives de Palavras do mundo inteiro?

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Blogue dos alunos do 4º ano da Quinta do Picado

Caros detectives, visitem o blogue dos vossos colegas do 4ºano da EB1 da Quinta do Picado em http://eb1quintadopicado4ano.blogspot.com/! Eles falam de nós!!

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Assalto à casa do Senhor Paiva

Os meus detectives, na última sessão, foram chamados a resolver um caso intrigante: a casa do Senhor Paiva tinha sido assaltada! Os portões estavam vandalizados e a porta principal arrombada!
Três grupos foram formados para resolver este mistério. Cada grupo teve acesso a uma planta da casa do Senhor Paiva, igual à que apresento de seguida:

Os detectives tiveram a oportunidade de analisar alguns objectos, que eu trouxe de casa do Senhor Paiva, como uma lata de graxa, um pedaço de cd, um pedaço de pano, uma luva velha, um bocado de corda, entre outros.
Os meus caros detectives utilizaram os seus conhecimentos na área das palavras e elaboraram as suas teorias:

Grupo 1
"Os detectives Selena, Mariana e Henrique foram contactados para investigar o caso. Eles chegaram à conclusão que tudo se passou do seguinte modo: Entraram pela traseira ou subiram pela janela com a corda e esta rebentou-se. Na parede, encontrámos uma impressão digital. Depois, calcou o cd e partiu-se. Depois de entrar, cortou a electricidade com o alicate. Ele usou graxa dos sapatos para não deixar impressões digitais. Encontrámos uma esponja na sala. Vimos uma luva no jardim com uma cola. Encontrámos um pano verde às pintas no quarto e a luva tinha tinta. O pano que encontrámos devia ser para limpar os óculos. Quando íamos embora, encontrámos uma marca de roda de um jipe."

Grupo 2
"Os detectives Rodrigo Soares, Ema Pinto e Aramina M. foram contactados para investigar o caso. Eles chegaram à conclusão que tudo se passou do seguinte modo:
Eles entraram em casa à procura do disco, que tinha muitas informações importantes. Eles amarraram a corda ao portão e ao carro e o portão saiu. As marcas dos jipe foram encontradas a poucos metros do local. As luvas encontradas no local estavam cheias de tinta e perto da casa morava um senhor que vendia tinta".

Grupo 3
"Os detectives Igor Matos, Matilde de Castro e Marly Andrade foram contactados para investigar o caso. Eles chegaram à conclusão que tudo se passou do seguinte modo: Subiu pelas traseiras com a corda e, de seguida, arrombou a casa. Vieram de carro ou de jipe, devido à marca de pneu. Ele estava à procura de coisas valiosas e sem querer calcou um cd. Com o alicate, cortou fios ou precisavam para cortar outra coisa que desse jeito aos assaltantes. Ou podem ter o cd com localizações de coisas valiosas e dados informativos importantes."

O que pensam vocês, detectives do mundo inteiro? Como terá sido o assalto? Como era o assaltante? Por onde entrou? O que queria roubar? Por quê?
Os meus aprendizes de detective e eu, detective-chefe Anselmo Pocinhas, aguardaremos pelas vossas teorias para podermos continuar a nossa investigação!

Boas pesquisas de palavras!
Detective Anselmo Pocinhas

quinta-feira, 15 de abril de 2010

A menina que odiava livros



Que livros gostam de ler, caros detectives?